Lentes fotográficas: conheça as principais e suas diferenças

É apaixonado por fotografia mas não sabe quais são as principais lentes fotográficas que seu kit precisa ter? Separamos os modelos essenciais para preparar você para captar qualquer situação. Olha só!

Primeiro: quais tipos de lentes existem?

Representação da Distância Focal
Researchgate

Existem muitas opções de lentes fotográficas para câmeras, contudo, elas vão se dividir entre duas categorias: as que possuem zoom e aquelas que são fixas.

As lentes com zoom são aquelas que oferecem mais possibilidades, afinal, os modelos podem variar para oferecer suporte as mais diversas distâncias para se fotografar: desde a um objeto do outro lado de uma sala até um jogador de futebol do outro lado de um campo.

É possível saber o tamanho do zoom ao prestar a atenção para as informações de distância focal. Ou seja, o número mínimo e máximo que sua lente chega, sendo escrito nas descrições do produto da seguinte maneira: 18-55mm, 70-300mm, 17-50mm, 55-250mm e assim por diante. Sempre com a distância mínima na frente, sendo seguido pelo zoom máximo da lente.

Agora, as lentes fixas são encontradas descritas da seguinte forma: 50mm, 24mm, 35mm. Quanto menor este número, mais detalhes de um objeto em específico ela consegue captar. Esta opção se chama macro e é muito usada para fotos de comida ou retratos mais expressivos. Ademais, quanto maior o número, mais ideal a lente fotográfica é para registrar uma paisagem ou cidade, por exemplo.

Independente se sua lente é fixa ou com zoom, a grande maioria possui seu anel regulador de foco, que pode ser ou automático (AF) ou manual (MF).

Como saber qual lente eu preciso?

Para entender que tipo de lente você vai precisar, antes de mais nada é necessário entender o seu estilo fotográfico. Por exemplo, caso sua bagagem seja mais profissional busque lentes fotográficas que consigam aperfeiçoar o seu trabalho. Caso contrário, comece captando algumas imagens com a tradicional 18-55mm e vá se aperfeiçoando conforme for pegando os macetes fotográficos.

Contudo, se seu trabalho for mais jornalístico, ter uma lente com zoom pode facilitar a busca pelo clique certo. Ainda não sabe qual é o seu estilo? Procure referências em fotógrafos famosos como o Sebastião Salgado ou de forma mais simples, em pastas no Pinterest mesmo.

Quais os principais modelos de lentes fotográficas?

Dentro das lentes fotográficas que se dividem em fixas e com zoom, encontramos outras 3 subcategorias que precisam ser levadas em consideração: as teleobjetivas, as grande angulares e também a lente média ou normal. Elas nada mais, nada menos, irão falar sobre o ângulo de visão que está sendo fotografado. Vamos conhecer melhor cada uma?

  • Lente teleobjetiva: É aquelas usadas em jogos de futebol ou até vistas em canais como discovery channel onde os fotógrafos precisam captar algo que está muito longe deles. Suas distâncias focais variam de 70mm até mesmo 800mm.
  • Lente grande angular: Que conseguem ver muito além do ângulo normal do olho humano, podendo, por exemplo, captar o que está no seu foco e também dos lados. Possui uma distância focal menor que 40mm.
  • Lente média ou normal: É a que possui um ângulo igual ao do nosso olho. Consegue captar uma distância focal de até 50mm e é a mais versátil da lista!

Agora que você sabe tudo de lentes fotográficas, já pensou em quais vão ser as escolhidas que vão ser adquiridas primeiro? Não esqueça de considerar o seu estilo fotográfico e acima de tudo, do resultado que você gosta de ver nas imagens.

Ter boas referências para conseguir um bom trabalho fotográfico é tudo, pesquise sobre grandes nomes da área e prepare-se para colocar tudo que aprendeu em prática sem medo. 🙂

Câmera Full Frame: o que é e quais as vantagens?

Se você faz parte ou está começando a entrar no mundo da fotografia, provavelmente você já escutou falar a respeito da câmera full frame. Entretanto, o que tem de especial esse tipo de câmera? Quais as vantagens dela? Confira o post a seguir e saiba tudo sobre o assunto!

O que é uma câmera Full Frame?

O termo full frame significa quadro completo, ou seja é um sensor com formato de imagem do mesmo tamanho de um filme de 35mm (36mm x 24mm). Esse tipo de sensor é mais comum em câmeras analógicas SLRs, porém pode ser encontrado também em câmeras digitais.

O sensor Full Frame traz maior nitidez e menos ruído para as imagens. Além disso, permite maior versatilidade para o controle de foco e uso de lentes. Todas essas características fazem com que câmeras que possuem este sensor sejam mais caras que os modelos compactos, que fazem o uso dos conhecidos sensores cropados.

Diferença entre a câmera Full Frame e a câmera cropada

Como falamos anteriormente, a principal diferença, que por consequência influencia em fatores como nitidez, ruído e outros, é o tamanho dos sensores. Câmeras com o sensor Full Frame contam com o tamanho de 36 x 24mm, exatamente como um filme 35mm. Já o sensor conhecido como cropado (APS-C) conta com o tamanho 22 x 15mm.

Para exemplificar isso, podemos usar como referência uma lente 50mm, usada em câmeras com os dois diferentes sensores. O que de fato mudará em ambas é o ângulo de visão, sendo na full frame um ângulo de visão de 46,8º e na APS-C este ângulo passa a ser 31,4°.

Além disso, vale destacar que entre as câmeras cropadas, cada marca conta com um tamanho diferente. Confira as imagens agora comparando um quadro Full Frame x Cropados:

Comparação de um quadro Full Frame x Cropados
Wikimedia

Fator de corte

O fator de corte é a diferença entre a imagem transmitida pela lente e o ângulo real que o sensor é capaz de captar. Em outras palavras, esse número irá identificar qual a milimetragem captada pela lente de acordo com o corte que o sensor faz.

Normalmente esse fator de corte é especificado pelo fabricante da câmera, geralmente padronizado em 1.6. Para entender como isso influencia nas suas fotos do dia a dia, basta multiplicar a distância focal da lente pelo fator de corte e assim, entender melhor o ângulo de visão.

Podemos usar como exemplo para o cálculo uma lente de 50mm. No caso, se pegarmos o fator de corte 1.6 e multiplicarmos pela distância focal de 50mm, teremos um ângulo de visão semelhante a 80mm (1.6 x 50 = 80).

Vantagens das câmeras Full Frame

As vantagens do sensor em relação às tradicionais câmeras cropadas são:

  • Maior qualidade de imagem;
  • Menor ruído de imagem;
  • Maior faixa dinâmica;
  • Maior ângulo de captura;
  • Mais opções de foco;
  • Fidelidade da distância focal da lente.

Gostou de saber mais sobre as câmeras Full Frame? Agora, que tal ler esse outro conteúdo sobre ensaio fotográfico e ver mais algumas dicas para colocar seus conhecimentos em prática? Boa leitura!

Digitalização de negativos de fotos: dicas como fazer

Se você é um amante da fotografia, ou tem idade suficiente para ter manuseado uma câmera analógica, então já deve ter se deparado com alguns negativos. Esses nada mais são que uma imagem negativa adquirida através da inversão de cores de uma imagem normal, geradas no processo fotográfico de câmeras analógicas.

Atualmente, é muito raro o uso de filmes fotográficos, embora hajam muitos fotógrafos que trabalham com câmeras analógicas. Entretanto, é normal que você encontre negativos guardados, com imagens e memórias que nunca foram reveladas.

Para eternizar e guardar esses momentos, que tal fazer a digitalização de negativos de fotos? Aprenda como a seguir!

Como fazer uma máquina de digitalizar negativos em casa

Existem ainda alguns lugares que fazem a digitalização dos negativos para você, porém a cada dia está mais difícil de encontrá-los. Por conta disso, vamos ensinar você a como criar uma máquina de digitalizar negativos, fazendo isso sem precisar sair de casa. É bem simples, para começar você irá precisar de:

  • uma caixa de sapatos;
  • cartolina preta;
  • papéis brancos;
  • lâmpada fluorescente.

Agora que você já juntou a matéria-prima, vamos começar a montar nossa máquina. Confira o passo a passo de como fazê-la:

1° passo: revelando o filme

Para que você consiga fazer a digitalização de negativos de fotos, você primeiramente precisa ter os negativos. Caso você possua somente o filme enrolado na bobina que vai dentro da câmera, você precisará mandar revelá-lo. Só assim, teremos o negativo para dar continuidade ao processo de digitalização.

Digitalização de negativos de fotos
Pixabay

2° passo: preparando a caixa de sapatos

Para a máquina funcionar é preciso que você primeiramente pinte o lado externo da caixa de sapatos de preto (a parte interna pode ser de outra cor). Após isso, faça um corte retangular na tampa da caixa, mais ou menos do tamanho do filme.

3° passo: faça um túnel para os negativos

Pegue uma cartolina da cor preta e corte um formato retangular, de forma que crie um túnel para passar e segurar os negativos pelo buraco feito na caixa. Cole no tampo da caixa, de forma que fique alinhado com o corte já feito. Após isso você precisará colar um papel branco por dentro da caixa, tapando o retângulo cortado por dentro.

4° passo: coloque a lâmpada fluorescente

Caso você não conte com um abajur ou algo desmontável que você possa colocar e iluminar o interior da caixa, é possível criar uma lâmpada extensão. Você precisará somente de um pedaço de fio, um soquete para lâmpada e um interruptor. Corte o fio de modo que você consiga encaixar as partes de cobre que conduzirão eletricidade corretamente.

Agora que você já possui a lâmpada, basta colocá-la dentro da caixa, de forma que você consiga fechar a tampa. O ideal é fazer um pequeno furo em uma das laterais, para que o fio passe sem atrapalhar. Coloque um papel embaixo, entre a caixa e a lâmpada e outro em cima da mesma.

Pronto! Agora com sua máquina pronta, basta entender como fazer a digitalização.

Fazendo a digitalização dos negativos

Para fazer a digitalização, você irá primeiramente colocar o negativo no túnel criado no tampo da caixa, de forma que a imagem a ser digitalizada encaixe corretamente no local. Após isso, ligue a lâmpada de dentro da caixa e, com a opção macro do celular ou uma câmera digital, fotografe o negativo iluminado.

Feito isso, basta você passar a foto para o computador. Você perceberá que as cores das fotos ainda estão negativas, porém basta colocar a imagem em qualquer programa de edição que contenha a opção “inverter”. Essa opção irá de fato inverter as cores, trazendo as cores originais à tona.

Após isso, basta ajeitar um pouco a tonalidade das cores da forma que você achar melhor e pronto, seu negativo está digitalizado no seu computador! 

Imprimindo as fotos digitalizadas

Agora que você já tem suas fotos digitalizadas, além de guardá-las no computador, é bem legal eternizá-las em quadros e murais. Além disso, expor os momentos mais legais da sua vida é uma forma de decorar a casa e poder vê-los todos os dias!

Seja para guardar em um álbum ou para colocar em algum cômodo, aí vai algumas ideias:

Usando as fotos para decorar a casa

Hoje em dia, existem formas bem criativas para imprimir suas fotos. Dá para usar desde os quadros sem moldura (chamados de canvas classic), que dão um aspecto mais moderno para o ambiente, até em imãs de geladeira.

Usando as fotos para decorar a casa

Guardando as fotos de um jeito especial

Os álbuns perderam a popularidade para os Fotolivros, que é uma forma de ter todas as suas fotos impressas direto nas folhas do álbum, com direito a personalização e tudo mais! O mais legal é que até a capa pode ser personalizada com uma imagem que você escolher.

Fotolivro

Guarde bem suas fotos digitalizadas!

Agora que você já tem suas fotos digitalizadas, é importante que você guarde bem elas, mesmo no seu computador. Por isso, confira nosso post sobre como guardar fotos digitais da forma mais segura! O que achou da ideia? Pronto para fazer a digitalização de negativos de fotos? Compartilhe o resultado com a gente!

Revistinha do FotoRegistro: faça uma revista com suas fotos!

Já pensou em poder ver seus grandes momentos estampados na capa de uma revista? Com a revistinha do FotoRegistro você pode guardar todos os registros de datas ou pessoas marcantes na sua vida, de um jeito criativo e diferente. Confira o post a seguir e descubra várias ideias para criar uma revistinha com suas fotos.

Ideias para criar uma revistinha com suas fotos

Existem diversas ideias que você pode colocar em prática com a revistinha personalizada do FotoRegistro, em diferentes modelos e tamanhos, algumas delas são:

Ensaios infantis

Você não acha fofo aqueles álbuns de fotos de bebês recém nascidos? Cheio de decorações e roupinhas temáticas. Ao invés de juntar essas lembranças dos pequenos em um álbum comum, por que não investir em uma revistinha em que seu bebê pode estampar a capa?

A revistinha sonho de bebê do FotoRegistro conta com uma capa flexível, encadernada com grampos. Dimensão de 15 x 21 cm, em 12 páginas de papel couchê 90g/m².

Revistinha sonho de bebê
Revistinha sonho de bebê | Fonte: FotoRegistro

Fotos de família

Além de porta retratos espalhados pela casa toda, muitas famílias gostam de contar com álbuns de fotos que contenham grandes momentos de todos reunidos. Para diferenciar e inovar os tão tradicionais álbuns, a revistinha surge como uma alternativa mais moderna e organizada para guardar grandes momentos em família.

A revistinha com tema livre pode ser uma ótima opção nesse caso, possibilitando que as fotos fiquem organizadas do jeito e com o tema que você achar melhor. Assim como o modelo sonho de bebê, ela conta com uma capa flexível, encadernada com grampos. Dimensão de 15 x 21 cm, em 12 páginas de papel couchê 90g/m².

Revistinha tema livre
Revistinha tema livre | Fonte: FotoRegistro

Datas comemorativas

Guardar lembranças é algo que todos nós adoramos fazer, principalmente fotos de momentos especiais para olhar e lembrar no futuro. Uma ótima ideia é guardar fotos de aniversários em família e outras datas comemorativas, em revistinhas clássicas, com fundo branco.

Esse modelo de revistinha também conta com uma capa flexível, encadernada com grampos, e dimensão de 15 x 21 cm, em 12 páginas de papel couchê 90g/m².

Revistinha clássico fundo branco
Revistinha clássico fundo branco | Fonte: FotoRegistro

Como usar uma revistinha de fotos

Presentes para pessoas queridas

A revistinha pode ser uma ótima ideia de presente para pessoas que você gosta e compartilhou bons momentos que estão registrados em fotografias. Você pode presentear a pessoa que você ama com uma revista cheia de imagens marcantes dos seus momentos, por exemplo.

Lembrança de casamento

Uma dúvida de muitos casais que estão oficializando sua união é a respeito das lembrancinhas para os convidados. A revistinha pode ser uma ótima opção para esse caso, levando além de fotos só do casal, imagens marcantes dos convidados junto a eles, que poderão ser guardadas para sempre e lembrar dessa data tão marcante.

Vamos fazer uma revistinha com suas fotos?

Agora que você já sabe algumas ideias de como usar a impressão das suas fotos de um jeito mais moderno e criativo, basta escolher o modelo ideal para você do FotoRegistro.

O que é a fotometria?

A fotometria é responsável por medir a luz que entra na sua câmera. Este processo acontece através do fotômetro, que em todas câmeras profissionais está incluso na parte interna do aparelho. Quer saber mais sobre fotometria e como captar ótimas imagens? Então siga lendo nosso artigo!

Porque fotometrar a câmera antes de tirar fotos?

Medir a quantidade certa de luz é essencial para tirar boas fotos. Fotometrar antes de dar o clique serve para garantir que sua imagem não estará clara ou escura demais. Essa medição é obtida através do equilíbrio entre ISO, abertura do diafragma e velocidade do obturador.

A exposição de luz correta é aquela que está sempre no ponto central do medidor, ou seja, que esteja parada ao número zero. Contudo, a luz ideal para a fotografia irá depender do estilo de cada fotógrafo, que pode escolher por fotometrar mais além ou antes do ponto zero.

Usar a fotometria para fotografar é importante pois é através dele que o fotógrafo irá conseguir entender como irá ficar a foto final. Assim, antes do clique, é possível eliminar a possibilidade das fotos saírem com problemas de iluminação, como objetos expostos às fortes luzes do ambiente.

Diferente das fotos analógicas, que eram captadas e o resultado final deveria ser conhecido só após a impressão.

A régua da fotometria vai do extremo -2 até +2, sendo no meio, o ponto 0, como a luz ideal do ambiente para fazer a captação de fotos. Quanto mais para esquerda o ponto estiver, mais escura será sua imagem. Entretanto, quanto mais para a direita, mais clara será a foto final.

Regra de Fotometria Correta

Tipos de fotometria em câmeras DSLR

Existem algumas formas de fotometrar. Isso porque ao medir a luz que entra na câmera, o sistema do aparelho precisa entender onde está o objeto a ser fotografado: se em um ponto específico ou em um espaço maior no foco da lente.

Nas câmeras profissionais e semiprofissionais, existem 3 medições diferentes:

Modos de Fotometria

  • Medição central: A leitura de luz da câmera está focada na parte central da câmera, dando menos importância às luzes que entram pelos cantos;
  • Medição parcial: Abrange uma área de medição um pouco maior do que a matricial, focando no centro e também no meio da área focada;
  • Medição matricial: Ela equilibra e analisa todo o quadro da imagem. A fotometria nestes casos foca em manter todos os cantos com uma exposição que deixe todos os elementos do quadro visíveis na foto.

Expanda seus conhecimentos e aprenda como fazer o uso correto do flash para tirar lindas fotos

Você pode escolher um tipo de medição através das configurações manuais do seu equipamento, sempre levando em consideração o que está sendo fotografado. Por exemplo, se for uma pessoa seu foco, opte pela medição central. Agora, se você estiver fotografando uma paisagem, o ideal é optar pela medição do tipo matricial.

A diferencia da fotometria em modo automático e manual

A fotometria funciona nas câmeras através de dois modos: o automático e o manual. Durante o modo manual, ela irá buscar sempre equilibrar o ISO, a velocidade do obturador e o diafragma para aproximar seu medidor do marco zero no fotômetro.

É importante aqui ter em mente o resultado que se quer chegar ao fotografar. Pois, se o seu desejo é uma fotografia com um contraste maior no objeto a ser eternizado, vale a pena fazer os ajustes manuais de acordo com as suas necessidades.

Exemplo de ajuste manual de foto de cachorro

Agora que você sabe o que é a fotometria, coloque todo o conhecimento aprendido em prática e saia captando imagens inesquecíveis por onde você passar!

Se quiser ir além nas leituras, leia nosso artigo que mostra como criar um portfólio de fotografia para atrair ainda mais clientes e admiradores.

Fotos de casamento: poses e dicas para impressão

O dia mais feliz da vida de um casal chegou. Prepare a melhor pose para arrasar nas fotos de casamento! É nesta cerimônia que apaixonados irão selar sua união com votos emocionantes, ao redor da família e de uma atmosfera cheia de amor.

As fotos deste evento precisam ficar incríveis e o FotoRegistro separou dicas especiais para isso acontecer. Vem conferir!

Poses clássicas que não podem faltar nas fotos de casamento

Um bom fotógrafo precisa guiar os convidados e os noivos para captar seus melhores ângulos nas fotos do casamento. Existem imagens clássicas que não podem faltar em nenhum álbum que registre este dia especial, são elas:

  • Foto dos convites e das alianças;
  • O momento dos votos do casal;
  • A troca de alianças e o beijo;
  • Detalhes do vestido da noiva e seu dia especial;
  • A preparação do noivo;
  • Fotos dos padrinhos, madrinhas e familiares próximos;
  • A entrada da noiva na igreja e a espera do noivo;
  • O momento que a noiva joga o buquê.

Confira alguns exemplos de imagens abaixo:

Foto de casamento preto e branco
Fonte: Unsplash | Foto de casamento preto e branco
Casal se olhando no casamento
Fonte: Unsplash | Casal se olhando no casamento
Foto com dois planos de noivos se olhando
Fonte: Unsplash | Foto com dois planos de noivos se olhando
Foto de alianças
Fonte: Unsplash | Foto de alianças

Anotou tudinho? É uma lista grande de imagens que devem ser captadas, mas que são essenciais para qualquer álbum de casamento. Estes são momentos chaves em qualquer cerimônia e é certeiro que eles irão render muitas expressões cheias de sentimento, espontâneas e que são inesquecíveis.

Noiva jogando buque de flores
Fonte: Unsplash | Noiva jogando buque de flores
Noivo colocando aliança
Fonte: Unsplash | Noivo colocando aliança

Confira todos os presentes que podem ser personalizados com as fotos únicas que você poderá tirar no dia do casamento.

Dicas para captar detalhes inesquecíveis

Visite os locais que você irá fotografar antes do dia do evento. Ter noção do espaço, sua iluminação e recursos disponíveis irão facilitar muito o planejamento das fotografias. Passe para os noivos um guia do que você irá captar e a ordem para que eles se preparem e fiquem atentos nos momentos que precisam sorrir.

Depois de captar as imagens da lista acima (aquelas fotos que não podem faltar), sinta-se livre para buscar a reação dos convidados e dos noivos de forma espontânea. Procure por sorrisos, capte detalhes como mãos, olhares, e saia dos ângulos comuns. Arrisque em captações que tragam emoção, que dêem destaque ao véu, as flores.

Como guardar as fotos de casamento?

Depois que as fotos estiverem prontas, combine com os noivos uma entrega especial e cheia de significado. Fotolivros oferecem diagramações diferenciadas que podem contar a história de toda a cerimônia, em uma linha do tempo, desde o dia da noiva até a festa final.

No FotoRegistro, é possível realizar a revelação de fotos focando em detalhes importantes, como fotos com borda ou sem borda, dimensões e acréscimo de marca d’água. Tudo o que é necessário para criar materiais de primeira qualidade.

Noivos no altar
Fonte: Pexels|Noivos no altar
Noivos se beijando com o buque
Fonte: Pexels|Noivos se beijando com o buque

Além do álbum com as fotos de casamento, é possível criar brindes especiais para o casal recém casado. Estes produtos podem compor a decoração da casa e fazer parte da rotina, são eles: quadros, painéis de mesa, painéis e até mesmo enfeites para árvore de natal que tenham as imagens dos melhores momentos da cerimônia.

Faça o planejamento das fotos de casamento antes do evento acontecer. Pense com carinho nesse momento para os noivos e ótimos cliques para vocês!

Obturador da câmera: o que é e como usar?

O obturador é um elemento essencial em qualquer câmera fotográfica. Ele controla a velocidade do click, ou seja, a quantidade de tempo que você leva para fazer o registro da foto. Com isso, ele acaba sendo responsável pela quantidade de luz que o seu equipamento consegue captar.

Quer saber mais sobre o obturador? Siga lendo e torne-se um sabe tudo na configuração manual desta ferramenta.

Qual é, afinal, a função do obturador?

Com o obturador você consegue controlar dois aspectos fundamentais em uma fotografia: a quantidade de luz captada e também a rapidez de um movimento que pode ser registrado. Sabe aquelas fotos de pôr do sol, por exemplo, que ficam ruins? Então, é por causa da má utilização do obturador da câmera!

Mas, entender só o funcionamento do obturador não é a garantia de uma boa fotografia. Isso porque nas câmeras profissionais, são necessários mais 2 elementos que irão definir a quantidade perfeita de luz para captar uma imagem: o diafragma e o ISO.

Obturador, diafragma e ISO

Casando as 3 configurações, você pode obter excelentes resultados em seu ensaio fotográfico. Pois, o alinhamento do obturador, o diafragma e o ISO define a fotometria, responsável pela entrada de luz necessária para uma boa foto.

Contudo, é importante salientar um aspecto essencial do obturador para dar procedimento neste artigo. Ele possui uma regra de proporcionalidade interessante, que quando entendida, torna sua configuração mais intuitiva. Normalmente, quanto mais rápida a velocidade do click, mais escura sua foto irá ficar.

Isso ocorre, porque a “janelinha da câmera”, como pode ser chamado o obturador, abre e fecha de forma muito ligeira, fazendo com que o sensor que forma a imagem receba pouca luz.

Inversamente proporcional a isso, quanto mais tempo o obturador fica aberto, ou seja, quanto mais demorado é o momento de tirar uma foto, mais clara sua imagem pode ficar. Este é o caso de registros de fotos de estrelas, que precisam de um tempo maior do obturador para serem captadas.

Quais são as velocidades do obturador?

Já deixamos claro que a velocidade do obturador interfere diretamente na quantidade de luz que sua câmera consegue captar no momento. Agora, é importante conhecer todos os tipos de velocidade que você pode atingir.

Neste caso, é essencial deixar claro que o obturador é um recurso existente na sua câmera, mas que também irá variar de acordo com a objetiva que será acoplada ao equipamento. Isso porque muitas lentes possuem limites máximos e mínimos para abrir e fechar sua “janelinha”.

É por isso que temos objetivas responsáveis por captação de jogos de futebol, onde a velocidade do click é muito rápida, e também as mais “claras”, que consegue uma velocidade de click mais demorada, ideal para casamentos e ensaios fotográficos fechados, por exemplo.

Velocidades do obturador
Tabela de velocidade do obturador | Fonte: Pinterest

O que significa uma velocidade de click alta?

Uma alta velocidade de click, ou seja, aquela em que o obturador consegue fazer o congelamento de qualquer momento, está registrada entre 1/250 até 1/8000.

É importante lembrar que nem todos os equipamentos conseguem operar dentro desta faixa, logo, vai depender da configuração da sua câmera conseguir cliques que exijam esse padrão.

E uma velocidade de click média?

É o ideal para fotos do cotidiano, aquelas caseiras, pois não exige nem o máximo nem o mínimo da sua câmera – entregando imagens equilibradas. A velocidade de click médio se situa entre 1/30 e 1/160. Com essa velocidade, você consegue fazer uso da câmera sem equipamentos adicionais, como um tripé, por exemplo.

Como sei que a velocidade do click é baixa?

Lembre-se que é muito difícil segurar uma câmera em velocidade baixa sem tremer toda a imagem que está sendo captada. Isso porque o equipamento está operando com tanto cuidado que até mesmo o leve tremor das nossas mãos consegue estragar qualquer foto. Para este modo, é essencial fazer uso de um bom tripé, afinal, o obturador pode registrar uma foto em 1/25 até demorar minutos para exercer seu trabalho.

Gostou de aprender um pouco mais sobre o obturador da sua câmera? Pegue seu equipamento e comece a brincar um pouco mais, descobrindo e testando as velocidades existentes nela. Ficou com dúvida? Deixe um comentário e vamos adorar responder você!

Sebastião Salgado: referência brasileira na fotografia

Sebastião Ribeiro Salgado Júnior é um renomado fotógrafo brasileiro nascido em Aimorés, Minas Gerais, em 1944. Conhecido por seu estilo de fotografia preto e branco, o fotógrafo é graduado em economia, pela UFES, e pós-graduado na área pela USP.

Sebastião Salgado trabalho como economista de 1968 a 1969, quando foi obrigado a buscar asilo no exterior por conta da ditadura militar. Em 1971, na cidade de Paris, adquiriu seu diploma de doutor em economia. Voltou para o Brasil em 1973, trabalhando na Organização Internacional do Café, fiscalizando plantações africanas.

Finalmente, aos 29 anos, Sebastião Salgado teve seu encontro com a fotografia. Em uma viagem para África, o então economista, acompanhado da câmera de sua esposa, descobriu uma outra maneira de enfrentar os acontecimentos planetários relacionados a economia.

Através da imagem, o fotógrafo conseguiu revolucionar o fotojornalismo, retratando de uma forma única, quem e o que se encontra à margem da sociedade.

Principais trabalhos de Sebastião Salgado

Terra (1997)

O livro Terra foi lançado em 1997, em parceria com José Saramago e comercializado junto ao CD “Terra” de Chico Buarque. A obra apresenta 137 imagens em preto em branco, com o tradicional estilo de Sebastião Salgado, retratando as condições de vida de trabalhadores rurais sem terra, mendigos, crianças de rua e outros grupos excluídos e marginalizados no Brasil.

Por contar com diversas imagens de famílias sem-terra, os autores cederam os direitos autorais da edição brasileira ao MST. Em 1998 o livro rendeu a Sebastião Salgado o prêmio Jabuti na categoria reportagem.

Capa do livro Terra de Sebastião Salgado
Fonte: Saraiva

Êxodos (2000)

Realizado ao longo de 6 anos, em mais de 40 países, e lançado em 2000, o projeto Êxodos retrata a história da humanidade em trânsito, migrantes, pelas lentes de Sebastião Salgado. Seguindo com seu estilo de fotografia preto e branco, o livro conta com 432 páginas.

Capa do livro Exôdos de Sebastião Salgado
Fonte: Amazon

O berço da desigualdade (2005)

Lançado pela Unesco em parceria com a fundação Santillana, o livro escrito pelo ex-ministro da educação Cristovam Buarque e fotografado por Sebastião Salgado, denunciam a crise da educação em diversos países.

A obra expõe as condições precárias de escolas do Brasil, Quênia, Afeganistão e Peru, mostrando a precariedade da educação no geral.

Capa do livro O Berço da Desigualdade de Sebastião Salgado
Fonte: Saraiva

África (2007)

A obra “Africa” de Sebastião Salgado, é dividida em 3 partes. A primeira traz imagens da parte sul do continente, em países como Moçambique e áfrica do Sul. A segunda parte retrata países na região dos Grandes Lagos, como Quênia e Congo. A terceira e última parte traz imagens da região subsaariana, em países como Mali, Sudão e Somália.

O livro retrata como a África reflete aos efeitos da colonização, em fatores sociais, econômicos e ambientais.

Capa do Livro África de Sebastião Salgado
Fonte: Saraiva

Gênesis (2013)

A obra de 520 páginas é considerada a bíblia da fotografia. O livro foi desenvolvido entre 2004 e 2012, e tem o intuito de demonstrar a “terra virgem”, ou seja, espaços do planeta que não sofreram com a incursão da sociedade moderna.

Capa no livro Gênesis de Sebastião Salgado
Fonte: Saraiva

Sebastião Salgado e arte em preto e branco

Todas as obras do renomado fotógrafo brasileiro seguem a mesma linha, demonstrando singularidade no estilo de fotografar. As fotos de Sebastião Salgado são conhecidas por demonstrar emoções e sensibilidade perante assuntos que exigem atenção da sociedade, sendo referência para fotógrafos profissionais e amadores do mundo todo.

50 anos do homem na lua: imagens que mudaram o mundo

Existem muitos fatos bizarros que rondam a história do homem na lua, quando pisamos a primeira vez há 50 anos. Contudo, mesmo existindo teorias da conspiração, o assunto chama a atenção de todos.

Além do fato em si, as imagens do momento são estudadas e debatidas ao redor do mundo todo. Por isso, reunimos neste artigo as principais polêmicas que circulam em torno destes registros. Curioso?

A polêmica das sombras e da iluminação

É impossível não notar a qualidade da iluminação no momento em que o homem começa a pisar na lua, certo?

Sombra na lua
Fonte: Exame

O primeiro aspecto apontado é o fato de que todos os registros possuem sombra. Estudos e observações apontam que na lua não existe refração de luz, ou seja, penumbra. Logo, não deveria existir sombras nas imagens.

Em contradição a esta realidade, todas as imagens apontam esta característica: sombras do homem, dos seus equipamentos, e de outros objetos ao redor que não podem ser identificados.

Por outro lado, é verdade que a luz do sol também pode ser refletida por objetos na lua, como os equipamentos metálicos da própria NASA. Além disso, a própria poeira lunar (regolito) é um material considerado reflexivo, ou seja, com capacidade para refletir a luz solar e iluminar objetos próximos.

Bandeira na lua
Fonte: Exame

E agora? O que você acha sobre a polêmica das sombras nas fotos do homem na lua?

Homem na lua e as contradições com o ambiente

Outro aspecto das imagens que dão argumento para as teorias de conspiração é o fato da bandeira dos EUA estar flamulando. Logo na lua, onde, em tese, não há vento.

Porém, uma explicação muito comum para isso é justamente, a inércia: um corpo em parado tende a continuar em parado e este estado só se altera se uma força maior age contra o corpo em questão. Ou seja, ao fincar a bandeira no chão, foi aplicada uma força que gerou o movimento.

Pegada na lua
Fonte: Exame

Outro aspecto curioso é o fato da pegada ficar marcada na lua. Alguns defendem que não seria possível criar uma marca no solo da lua, pois não há umidade. O que acontece, de fato, é que não é necessário essas condições para criar uma pegada, basta ter a areia fina, como a da lua.

Compilado de imagens para você analisar

Qual é sua opinião, o homem esteve na lua ou não? Independentemente da resposta, é impossível negar que as imagens fazem nossa cabeça viajar para o espaço. Por isso, selecionamos um compilado desses registros para você fazer a sua própria análise e tirar suas conclusões!

Fotos do homem na lua
Fonte: Exame

Com polêmica ou sem polêmica, o acesso às imagens do homem na lua nos fazem pensar sobre a importância da fotografia. Afinal, ela pode retratar diferentes acontecimentos, contando a história da humanidade ou até mesmo eternizando pequenos momentos. <3Se você pirou com as fotos do homem na lua, vale a pena ver as dicas que já trouxemos aqui no blog sobre fotos noturnas, o que dá todo esse mistério em qualquer fotografia!

E se você é um amante sobre os mistérios do universo, aqui vai uma dica para os seus momentos de lazer: lista com alguns filmes sobre o espaço que são imperdíveis!

Como revelar fotos: dicas e curiosidades

Quando o assunto é revelar fotos de câmaras analógicas, muitas pessoas preferem terceirizar o processo. Mas fique sabendo que essa não é a única forma para se fazer isso. Você quer entender um pouco mais sobre como revelar momentos únicos, então, continue lendo este post!

A revelação de um filme fotográfico

Revelar filme é uma ocupação muito interessante e sensível, já que o processo possui várias etapas manuais e qualquer tipo de erro pode estragar o filme para sempre. O indicado é ter cuidado máximo desde o primeiro momento, ou seja, quando estamos inserindo o filme fotográfico nas câmeras analógicas.

De uma maneira bem genérica, para a revelação de filmes são realizadas várias etapas químicas em um ambiente que possua o mínimo de luminosidade. O filme precisa ser desencaixado de sua vasilha e inserido em uma bobina. A bobina com o filme ficará dentro de um tanque que então auxiliará na recepção do processamento químico.

Para isso, é preciso ter um kit de revelação. Cada tipo de filme irá precisar de um certo tipo de químicos para revelação. Por exemplo, se sua câmera for 35mm, irá precisar de um kit do mesmo tipo. Se o filme for preto e branco, será um processo; se for colorido, será outro. Também são necessários luvas de borracha e óculos de segurança para lidar com os produtos reagentes.

Como revelar fotos em casa com filme fotográfico

Até pode parecer complicado, mas, como já dissemos, é um processo delicado, mas muito cativante, principalmente quando vemos o resultado final! Há também a opção de fazer todo esse processo em casa, com um filme já revelado, digitalizando essas fotos.

Basta ter uma caixa de sapatos, cola, folhas, um pouco de tinta preta e, claro, o filme para ser revelado!

Resumidamente, um passo a passo:

  • Faça um furo na tampa da caixa, em formato retangular, nas mesmas medidas de cada foto no filme;
  • Depois, pinte a caixa de preto por dentro e por fora;
  • Crie uma espécie de “túnel” com uma folha de papel A4 para passar o filme fotográfico por dentro;
  • Fixe, com cola, o túnel na parte de fora da caixa, com um papel branco por trás;
  • Após isso, coloque uma lâmpada fluorescente dentro da caixa;
  • Com o ambiente escuro, encaixe a câmera digital no túnel que você criou e tire as fotos de cada imagem do filme!

Neste processo, fica bem claro que estamos transformando as imagens do filme fotográfico em uma imagem digital. Desse jeito, você pode imprimir as fotos em casa através de uma impressora ou em lojas especializadas no assunto.

A diferença entre revelação de fotos e impressão de fotos

Há pouco a revelação de fotos era muito comum. Como dissemos no começo do post, muitas pessoas tinham suas máquinas analógicas e iam até um local especializado para revelar suas fotos.

Com o aumento das câmeras digitais e dos smartphones potentes, a revelação deu espaço para a impressão, que muitas vezes eram feitos em casa. Mas, na prática, isso é diferente? Claro que sim!

Resumidamente, a revelação de fotos acontece a partir de um processo químico e de muitas etapas. Mas quando falamos sobre impressão, geralmente usamos impressoras de alta tecnologia para colocar as imagens usando tinta sobre o papel.

Inclusive, nós fizemos um post aqui no blog especialmente para explicar as diferenças entre revelação e impressão de fotos. São curiosidades e informações bem interessantes, vale a pena a leitura!