Flare: O “defeito” que Fará suas Fotos ficarem Lindas

Vamos aprender mais uma técnica de fotografia hoje? Que tal a Flare? Alguns a conhecem como Lens Flare. Nome bonito, não é?

Pois é, o efeito que essa técnica causa nas fotos também. Aprenda como aplicá-la e faça fotos belíssimas, iluminadas, ensolaradas, cheias de vida!

Técnica Flare – O “defeito” que faltava na sua foto

A técnica de fotografia Flare nada mais é do que um “defeito” na imagem porque a luz entrou pelas extremidades da lente. Esse “defeito” consiste em manchas de luz ou umas “bolinhas de luz”.

E essa é a parte mais legal de tudo. Quando conseguimos transformar uma imperfeição em algo bonito, um quê a mais. A técnica Flare causa mesmo uma sensação de calor na imagem. Logo, de dias bonitos, animados.

Explicando mais detalhadamente, essas manchas ou bolinhas de luz acontecem quando a luz que deveria passar apenas pelas frentes, entram pelas extremidades. E como elas passam pelas lentes mesmo assim, ou seja, passam pelo “material” que tem a lente, essa luz sofreu algumas mudanças se comparada com a luz que chegou do jeito “certo”. O que é possível ver, é claro, é uma claridade diferente da normal, efeito meio de neblina.

A ideia de fotos assim, com essa imperfeição, às vezes é tão desejada que é possível produzi-la em softwares como Photoshop, que tem um filtro próprio para isso, chamado “Lens Flare”; e até nos aplicativos para celular. Recomendamos o PicsArt, que é sensacional como um todo.

Um dos melhores momentos para se colocar a Flare em prática é a famosa – e belíssima – “Golden Hour”. Ou, como conhecemos no Brasil, a hora mágica ou hora de ouro. São dois momentos do dia em que a luz do Sol está perfeita para fotografar.

Escolha a forma de sua preferência, natural ou artificial, e treine bastante essa nova técnica. Temos certeza de que renderá lindas imagens. Aproveite um dia ensolarado no parque ou na praia, junte os amigos ou a família para fotografar bastante.

Quem sabe desse dia inesquecível não saia um memorável Fotolivro? Estamos torcendo para que suas  fotos fiquem arrasadoras!

Triângulo da Exposição e a Foto Perfeita

Falamos, outro dia, sobre as três coisas mais básicas da fotografia que você deve dominar: ISO, abertura e velocidade. Lembra-se disso? Se não, leia com calma, depois este artigo. Hoje, voltaremos ao assunto, mas de maneira mais demorada. Isso porque falaremos sobre o triângulo da exposição. O que é? Olha só como é facilzinho entender.

É esse triângulo que forma a “exposição”. Só para recapitular: ISO, é o que mede a sensibilidade da luz; Abertura é a capacidade do obturador de se abrir; e Velocidade é o tempo que o diafragma de sua câmera fica aberto, permitindo assim que a luz entre.

Por que o triângulo da exposição é importante?

Porque é com ele que a imagem é composta. Ele ajuda a deixar as três pontas desse triângulo em harmonia. Se uma ou outra se desequilibra, compromete o resultado da imagem.

Vale dizer, contudo, que não existem medidas exatas para usar esse triângulo. ISO tal combina com tal abertura e tal velocidade. Não. As três partes podem variar de acordo com o que você deseja para a sua imagem. O triângulo da exposição é útil, portanto, para apenas equilibrar os três lados de acordo com o que você deseja.

Para ficar bem didático, imagine que sua câmera é a sala de sua casa. A janela é o obturador e as persianas a abertura.

A entrada de luz dependerá do quanto você abre essas persianas. E, também, a velocidade que essas persianas ficam abertas. Controlar tudo isso é o segredo de uma boa exposição. Ou seja, a quantidade de luz que entra, a velocidade e o quanto você deseja que entre, pouca ou muita luz, que é a sensibilidade que vai escolher através do ISO.

Quando estiver treinando a aplicação do triângulo da exposição, saiba que pode demorar um pouquinho até que consiga equilibrar os três lados. Vale reforçar que os desequilíbrios em qualquer um dos lados pode alterar, por exemplo, a profundidade do campo, ruídos na imagem e o próprio movimento.

Por isso treine bastante. Observe em qual lado do triângulo você deve melhorar e em qual tipo de exposição. Com paciência, suas fotos ficarão sensacionais.

Boa sorte!

ISO: Regulando a Sensibilidade à Luz do Ambiente

Hoje vamos falar de algo bem básico da fotografia, mas extremamente importante: o ISO, ou sensibilidade ISO.

Entender deste assunto é tão importante quanto entender da abertura e velocidade do obturador.

O que é ISO?

Vem da sigla International Standards Organization. E o que significa? Ele indica a sensibilidade do sensor da sua câmera à luz do ambiente. Na prática, é bem simples:

Maior número = Maior sensibilidade para perceber luz.

Menor número = Menor sensibilidade para perceber luz.

Quem fotografa há mais tempo, lembra que o nome usado era ASA. Isso para as câmeras analógicas. Antes, não era possível trocar o ISO a cada foto, como hoje, com as câmeras digitais. Se um fotógrafo começava o filme com um tipo, ele tinha que ir até o fim. Seja o filme de 12, 24 ou 36 poses.

Hoje, cada vez que um fotógrafo aumenta o ISO, o sensor dobra sua capacidade de sentir a luz. As escalas são as seguintes: 100, 200, 400, 800, 1600, 3200 e por aí vai.

Guia de sensibilidade do ISO na câmera fotográfica É impossível fotografar sem o ISO. Hoje, todas as câmeras informam qual está sendo usado, então, é só ajustar caso queira a foto de outro jeito. Importante dizer que quanto maior for o ISO, mais risco você corre de comprometer a qualidade da foto. Há o risco de deixar a imagem “granulada”. Ou seja, se o dia estiver bonito, com luz boa, não o aumente.

Logo, quando o ambiente estiver muito escuro, aumente-o. Há outros recursos, é claro, como usar o flash ou aumentar a abertura, mas você pode combinar esses três recursos.

Como escolher o melhor?

As câmeras fotográficas costumam oferecer de 100 a até 1600. Quanto mais recente, porém, o espectro é maior.

Então, recapitulando:

ISO, abertura e velocidade são os assuntos que você deve dominar. Nada menos do que isso. Os três mais importantes recursos da fotografia são os que vão garantir fotos lindas.

Anime-se depois para fazer um Fotolivro autoral com suas fotos. Vale a pena guardar seus cliques para sempre. Os mais lindos você ainda pode transformar em um elegante Canvas. Fica a dica! 😉

Regra Sunny 16: A Exposição da Luz do dia nas Fotos

Vamos falar de mais uma técnica de fotografia? Desta vez, vamos ensinar como colocar em prática a regra sunny 16. Nunca ouviu falar? Olha só o que ela pode fazer por suas fotos!

A regra sunny 16 ajuda você a estimar corretamente a exposição à luz do dia, sem ser necessário o uso de fotômetro. Antes de tudo, então, vamos explicar o que é o fotômetro.

O fotômetro é um aparelho que mede a intensidade da luz. Olha só como ele é:

O uso do fotômetro é comum entre fotógrafos e cinegrafistas para medir a intensidade da luz em um determinado ambiente e assim conseguir bons filmes e imagens.

A Regra Sunny 16 não é uma Regra

Apesar de ser conhecida como “regra sunny 16”, não é uma regra. Melhor seria considerar um método, um guia, algo que se pode seguir ou não. Ou seja, não há obrigatoriedade. Mas como é conhecida desta forma, vamos manter o nome aqui.

Bom, vamos à prática?

É bem simples usar a regra sunny 16, olha só. Nos dias ensolarados, basta usar a abertura igual ao ISO do filme. Por exemplo, para filme ISO 100 escolha velocidade 1/100 s.

Já a abertura, você pode usar ajustar de acordo com essa tabela:

Hoje, com as câmeras digitais, é possível trocar a sensibilidade ISO a cada foto. Quando a regra sunny 16 surgiu, não. Ela foi, na verdade, uma alternativa para medir a intensidade da luz. Além do mais, antes também não era possível verificar se a foto havia ficado boa.

Então, a regra sunny 16 foi criada para ajudar quem trabalhava com imagem. Por isso que, como dissemos no início, ela ajuda quem não possui um fotômetro.

Como ela se aplicar apenas às áreas externas, e deve ser entendida apenas como um guia, será interessante que, na medida em que for praticando e entendendo à lógica desses números, vá decorando esses números.

Assim como acontece com todas as técnicas. Depois de dominá-la, você poderá quebrá-la.

Desejamos ótima prática e, nunca se esqueça: revele suas fotos. Foto é um pedacinho de memória que merece ser guardado para sempre.

Bokeh: Lindas Fotos Desfocadas com essa Técnica

Como existem técnicas de fotografia, né? Basta decidir aprender mais que um universo de possibilidades se abre. Desta vez, olha só! Vamos falar da técnica bokeh. Já ouviu falar?

Bokeh – Desfocando e Distorcendo

Bokeh é uma técnica que se aplica às áreas desfocadas ou distorcidas de uma imagem. O objetivo é destacar algo específico e, no pano de fundo, deixar que as luzes tomem forma de pequenas bolhas coloridas. Repare só nesta imagem.

Bokeh: Lindas Fotos Desfocadas com essa Técnica

Você percebe que há algo em primeiro plano, em destaque, e que atrás as bolinhas “enfeitam” a foto, deixando-a, inclusive, mais “mágicas”, com um quê de encantador.

A técnica bokeh funciona meio que como o nosso olho, porque quando focamos em algo, o restante perde a importância em termos de nitidez. É uma forma de nosso cérebro separar o que é importante naquele momento de todo o resto. No caso da bokeh, é a lente que “separa” tudo.

Em resumo: é a relação entre profundidade de campo e abertura o segredo da técnica Bokeh.

Regras da técnica Bokeh

A primeira regra para utilizar a técnica é ter uma lente clara. Você pode, claro, escolher a lente, mas se deseja uma dica, experimente a 50mm.

Segunda: o que você vai fotografar. É bom que seja um ambiente (interno ou externo) cheio de luzes.

Em terceiro: você quer as bolinhas ou desfoque?

Quarta dica: repare na sua distância do objeto do primeiro plano e na sua distância do que deseja aplicar a bokeh. É essa distância que vai determinar a abertura que deve usar.

Para você ter uma ideia de números: se deseja menor abertura, use 5.6; se deseja maior abertura, use 1.8. Você também pode variar e ir checando os resultados. Variar tanto no uso das lentes como na abertura. Como em todas as técnicas, o importante é fotografar muito para aprimorar a prática.

Se você deseja bokeh desfoque, siga essas dicas: muito desfocado, maior abertura; pouco desfocado, menor abertura.

A mesma regra vale para os fundos: mais distante, menor abertura; menos distante, maior abertura.

Experimente mais essa técnica e faça lindas fotos. Solte a imaginação e explore todas as possibilidades.

E, claro, não se esqueça de revelar suas fotos depois ou mesmo fazer o seu primeiro Fotolivro autoral. Que tal?

Dia do Amigo: Um Dia Dedicado à Amizade

“Amigo é coisa pra se guardar, debaixo de sete chaves, dentro do coração”, essa linda canção do Milton Nascimento é tão conhecida, né? Mas ainda assim, tanto anos depois, quando a ouvimos com o coração, nos emocionamos pra valer.

Sabe por quê?

Porque poucas coisas na vida são mais bonitas do que a amizade. O valor de um amigo é incalculável, já disseram os sábios. Eles cumprem a função maior em nossa vida: de cuidar de nós.

Dia do Amigo uma grande Conquista

Amigo é a maior de nossas conquistas porque é a partir dele que todas as outras conquistas fazem sentido. Quer ver só?

Se você foi pedida em namoro por aquela pessoa que você tanto queria, para quem você vai contar, correndo, cheia de felicidade? Se você comprou um carro, apostamos que a primeira pessoa que vai andar nele será um amigo e vocês vão juntos por aí cantando, sorrindo, como as pessoas mais livres do mundo!

A amizade é uma forma de nossa vida não passar em branco. De outra forma, do que adianta conquistar, ganhar, viver coisas lindas, ver lindas paisagens, ler ótimos livros?

Amigo é tão importante que pai pode ser amigo, mãe pode ser amiga, marido e mulher podem ser os melhores amigos. É uma responsabilidade tão especial que é separado de todos. O ciclo das experiências mais importantes de nossa vida se fecha na amizade. A linha de chegada.

Não, não! A linha de partida também. Afinal, quantas vezes não começamos algo importante porque um amigo nos incentivou, porque um amigo foi lá e deu o primeiro passo, porque um amigo falou a palavra certa.

Pois é, neste Dia do Amigo, você certamente tem o que comemorar. E nós desejamos que você tenha tudo isso que contamos acima registrado em fotos.

Com o passar do tempo, suas fotos serão a maior prova do quanto você viveu de verdade, com vontade, tudo o que você tinha para viver. E ao lado de seus… amigos.

Longa Exposição: Fotos Incríveis com essa Técnica

Ei, quer aprender a fazer fotos com longa exposição? Hoje vamos ensinar essa técnica para você deixar suas fotos ainda mais lindas. É muito fácil, viu?

Quando você vê uma imagem de uma cachoeira onde a água parece algodão ou uma textura aveludada. Ou ainda, quando o mar parece que tem uma linda espuma homogênea, meio névoa. Céus estrelados, fogos de artifício e por aí vai. Uma fotografia só fica dessa forma quando é feita com essa técnica, a de longa exposição. As fotos viram quase obras de arte.

O que é a técnica de longa exposição

Exposição é o tempo de capturação da imagem. Ou seja, quando o obturador fica aberto por longo tempo.

Quando falamos de foto de longa exposição, até parece que essa imagem leva horas para ser capturada. Mas não! Uma longa exposição pode ser, por exemplo, 1 segundo. É que, como o “clique” é muito, muito rápido, 1 segundo pode ser algo “demorado”.

Só que mesmo 1 segundo pode dar algum trabalho. Portanto é importante paciência e… treino.

É importante que na hora do clique a câmera não trema. Por isso, é imprescindível um tripé. Se você não tiver um, improvise com alguma cadeira, mesa, o que der estabilidade. Se você tiver um disparador remoto, melhor ainda.

Pois, então! A paisagem está lá, bela à sua frente e esperando para ser eternizada, e você já está com o apoio firme. Na hora que for clicar, importante: clique no botão e não o solte. Claro, solte, mas só depois de um longo tempo. Lembrando que esse longo pode ser 2 segundos.

Se a sua foto ficar tremida, não se preocupe. E, olha, isso pode mesmo acontecer, por isso não desanime e vai tentando.

Se o cenário que você deseja fotografar for bem claro, mas bem claro, dificilmente você conseguirá esse efeito, ainda que diminua o ISO e feche bem o diafragma.

Uma dica importante também é: evite dias com muito vento. Ou, se mesmo assim decidir fotografar com a técnica de longa exposição, tente diminuir a ação do vento sobre a câmera com alguma proteção. Outro detalhe é a alça. Deixá-la solta pode também fazer com que a câmera trema.

Recomendamos que você faça uma pesquisa aprofundada só de imagens feitas em longa exposição. Você vai encontrar umas es-ton-te-na-tes!

Histograma: Controle a Luminosidade das Fotos

Você tirou fotos ótimas, mas só checou pelo visor da câmera. Aí, sentou na frente do computador e viu que elas não estavam tão boas assim… Umas mais escuras, outras mais claras, umas com partes escuras e partes claras desproporcionalmente. Pensando em tratá-las para deixá-las mais bonitas. Que tal usar o histograma?

O quê é o histograma?

O histograma é um conjunto de gráficos que mede a luminosidade da sua fotografia. Ele leva em consideração 256 tons diferentes de luminosidade e é muito importante para equilibrar a exposição. Ou seja, ele ajuda a corrigir

O que acontece bastante é acharmos que uma foto está boa, porque a olhamos pelo visor minúsculo das câmeras, e aí quando abrimos a imagem no programa de edição ela não está tão boa assim: ou com falta de luz ou com excesso de luz.

O que o histograma faz é mostrar em quais pontos da imagem você pode “corrigir”, ou mesmo alterar, para criar uma foto diferente. O histograma permite isso: que você alcance o resultado que deseja. E, no caso de monitores desajustados ou mesmo telas menores, o histograma ajuda a estar mais certo do resultado.

Onde você encontra o histograma?

Vamos lá!

No Photoshop, basta acessar o menu “Window”, depois clicar em “Histogram”. Agora um segundo menu se abrirá. Aí é só ativar a opção “Expanded View” ou “All Chanels View”.

Quando estiver nesse painel, você vai acessar a opção “Channel”, os canais de cor e o canal de luminosidade. Aí é só estudar as variações e ajustar como você deseja. Lembrando que não existe certo e errado, e que o mais importante é chegar o mais perto possível do resultado que você deseja. Explore mais essa ferramenta e descubra as infinitas possibilidades de tratar suas fotos.

Ah, e não se esqueça de revê-las! Foto no papel tem muito mais significado.

Regra dos Terços: Conhece-a para fazer Fotos Incríveis

Para fazer fotos incríveis, preste atenção nessa super dica: regra dos terços.

Já ouviu falar?

Certamente, sim. Mas vamos explicar! Depois de aplicá-la, suas fotos nunca mais serão as mesmas.

A regra dos terços vem desde antes da fotografia. Ela é usada principalmente na pintura, para melhor enquadrar o objeto a ser pintado. Em nosso caso, ela também ajuda quem está fotografando porque permite a encaixar tudo direitinho na imagem antes do clique. A regra dos terços ajuda também a passar a mensagem certa na foto que você está tirando.

Bom, mas vamos às explicações mais práticas.

Aprenda sobre a Regra dos Terços

Para aprender o que é essa regra, pegue uma fotografia qualquer e desenhe o “jogo da velha” nela. O que for mais importante de sua foto deve estar no quadrado central. Claro, se não couber, que pelo menos você deve centralizar ao máximo.

A regra dos terços vai ajudar suas fotos a ficarem mais incríveis, mais “certinhas”, mas isso não quer que você não possa quebrar essa regra e fazer fotos mais criativas, dando importância a outros quadrados.

O mais importante na hora de fotografar é deixar a imagem harmônica. Por isso que aplicar a regra dos terços ajuda, mas não deve “engessar” sua prática de fotografar. O que queremos dizer?

regra dos terços - horizonte - crédito: dicas de fotografia
regra dos terços – horizonte – crédito: dicas de fotografia

Bom, se numa cena você tem dois elementos essenciais – ou mais – eles não têm, claro, que ficar todos espremidos no quadrado central. As linhas servem apenas para equilibrar todos os elementos. Em fotos de natureza, por exemplo, é bem mais difícil colocar tudo no mesmo quadrado ou linha. Porque, normalmente, céu, mar, flores, tudo tem importância. Neste caso, ou você harmoniza tudo, cada elemento em uma linha, ou opta por dar destaque a um único elemento.

Antes de fotografar por aí, colocando em prática a regra dos terços, analise algumas fotografias. Isso sem dúvida vai facilitar sua prática, depois. Repare em fotos que valorizam essa regra e fotos que quebram essa regra e ainda assim ficam sensacionais.

A parte muito boa da regra dos terços é que praticamente todos os celulares e câmeras já vêm com essas linhas no visor. Na hora que você estiver fotografando, você só vai precisar prestar atenção e enquadrar tudo direitinho.

Sucesso em suas próximas fotografias e não se esqueça de revelar suas fotos depois! Elas merecem ser eternizadas!

Luz Dura e Luz Difusa: suas Fotos Muito mais Incríveis

Você já ouviu falar em luz dura e luz difusa?

Hoje vamos explicar para você a diferença entre elas e como você pode usar as duas para suas fotos ficarem ainda mais incríveis.

Quando você ouvir falar de luz dura na fotografia na próxima vez, quer dizer que a luz “dura” vai gerar uma sombra bastante visível naquilo que você está fotografando. Em outras palavras, seria gerar um alto contraste.

No resumo, difusa ou dura, significa apenas luz e sombra, mas a maneira como uma passa para a outra é que determina os dois tipos.

Luz dura, onde percebemos?

É fácil perceber a luz dura, por exemplo, quando olhamos as sombras que o Sol provoca. O mesmo acontece com as velas. As sombras são mais marcantes, certo? Toda vez que essa sombra estiver muito evidente, a luz é dura.

Agora, o que é a luz difusa?

Essa é a luz que é “filtrada” por um difusor. Seja de vidro ou acrílico, o difusor diminui a intensidade da luz dura. Se reparar nas fotografias, a luz difusa não provoca sombras fortes. Ou seja, a iluminação da foto é mais homogênea, mais equilibrada.

Mas tem também a luz direta, certo?

Já a luz direta, essa é a que cai diretamente sobre uma determinada superfície. Um exemplo? Fotos de peças quadros numa parede ou de esculturas. A luz indireta provoca sombras duras, ou seja, sombras bem escuras.

E luz indireta, existe?

Sim, luz indireta existe. Ela também tem o nome de luz rebatida. A diferença é que a luz indireta vai direto para outra superfície e aí a luz reflete em várias outras direções. Neste caso, a foto fica mais suave.

Agora você pode explorar mais essas possibilidades e tirar fotos novas incríveis. Ah, e não se esquece de revelá-las depois, viu? Fotos especiais devem ser para sempre.